A polêmica da "Regra dos 8 segundos" no Brasileirão: goleiros ignoram, arbitragem não aplica

A primeira rodada do Campeonato Brasileiro 2025  já começou com polêmica. A recém-implementada "Regra dos 8 segundos", que determina que um goleiro não pode segurar a bola com as mãos por mais de 8 segundos, não foi respeitada em diversas partidas – e pior: a arbitragem ignorou completamente a determinação.

Goleiro John em jogo do Botafogo
Foto: Reprodução Premiere | Goleiro John em jogo do Botafogo

Casos de descumprimento da regra

Em pelo menos quatro jogos da rodada, goleiros seguraram a bola por muito mais tempo do que o permitido, sem que os árbitros tomassem qualquer atitude. Confira alguns dos principais casos:

Palmeiras 0x0 Botafogo: O goleiro John segurou a bola por 20 segundos aos 48 minutos do 2º tempo.

Grêmio 2x1 Atlético-MG: Tiago Volpi repetiu a infração algumas vezes, chegando a 12 segundos em uma delas.

Flamengo 1x1 Internacional: Rochet manteve a posse por 17 segundos aos 45 do 1º tempo. No 2º tempo, seu substituto Anthoni segurou por 20 segundos aos 48 minutos.

Vasco 2x1 Santos: Gabriel Brazão demorou 12 segundos para soltar a bola aos 3 minutos do 2º tempo.

O que diz a regra?

A determinação da FIFA é clara: se um goleiro ultrapassar 8 segundos segurando a bola, o time adversário deve ser punido com um escanteio. No entanto, nenhuma dessas infrações foi punida pela arbitragem, o que levanta questionamentos sobre a aplicação da regra no Brasil.

Resta saber se, a partir das próximas rodadas, os árbitros começarão a seguir o novo protocolo ou se a "Regra dos 8 segundos" será apenas mais uma recomendação ignorada no futebol brasileiro.

Postagem Anterior Próxima Postagem
>/body>